Claudioantunesboucinha's Blog

REGISTROS HISTÓRICOS DO OVELHEIRO GAÚCHO.

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 7 de dezembro de 2016

Romaguera Corrêa livro Vocabulário Sul-Riograndense, de 1898 O Sr. Pedro Silveira na sua Estancia da Barra, Município de Santa Vitória do Palmar, RS,  com seu casal de ovelheiros. Foto de 1916 da R…

Fonte: REGISTROS HISTÓRICOS DO OVELHEIRO GAÚCHO.

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Confronto tra le firme del conte di Cagliostro e di Giuseppe Balsamo

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 20 de janeiro de 2016

Confronto tra le firme del conte di Cagliostro e di Giuseppe Balsamo

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 20 de janeiro de 2016

FLANELINHAS DE BAGÉ

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 30 de agosto de 2010

O Homem é o seu ofício?  No caso, o brigadiano  define o flanelinha       como “manobrista” ou “mendigo”, que pratica mendicância.  No  campo dos “manobrista”, o  flanelinha faz seu tipo: ocasionalmente, o flanelinha é manobrista. Faz os mesmos     gestos que um manobrista: gesticula, olha para o motorista, espere  o troco. Mas o flanelinha   não é somente       “manobrista”.  O flanelinha  também é “pedinte”, exigindo um real,  no mínimo, perseguindo sua vítima, por até 50 m. O  flanelinha também é informante de quadrilhas, por que observ a os movimentos  de gentes e de  materiais, em local privilegiado. O flanelinha também é morador de rua, ocupando pórticos  de entradas, e jardins do Banrisul. O flanelinha também é um consumidor jovem, de refrigerantes e comidas rápidas. O flanelinha troca  moedas  e faz troco para pequenos  comerciantes que toleram o mau-cheiro.  O flanelinha ocupa o centro da cidade, como se fosse um morador da cidade, um cidadão, um igual. Ocupa o espaço pú blico, privatizando o espaço púb lico. O flanelinha impõe  seu  modo de vida e quer ser respeitado nesse papel. Age como uma ” gang”, uma                     “tribo”, uma quadrilha. Certamente que tem seus c ódigos  de honra, como  todo bandido. A            q u estão é: como  ficam os cidadãos de bem, perante esse   ava nço da marginalidade em tomar conta das ruas da cidade?

morador de rua de Bagé, criança, adolescente, pedinte, flanelinha, Les crackeurs (usagers de crack)

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 18 de maio de 2010

Em menos de um ano, foi visto o desenvolvimento de novos comportamentos da juventude bajeense: Les crackeurs (usagers de crack). Tal análise exige um esforço no sentido de compreender as raízes do sucesso dessa prática na juventude, especialmente o morador de rua, e que passa, diariamente, pelas ruas de Bagé. Alguns anos atrás, era comum o alcoolista, morador de rua, sair, depois de uma noite de insônia e caminhadas, debaixo de uma ponte qualquer. No caso do alcoolista, a falta do que comer era preenchida pela ingestão de álcool puro ou outros derivados. Era comum, anos atrás, crianças pedindo, nas residências,  algo que pouca gente negava: um pão adormecido. Geralmente, perto de uma criança pedinte, um adulto, sorrateiro, assombrava alguém que deveria cuidar com todo amor e carinho. O conselho tutelar amenizou a prática, mas o mesmo conselho não se atualizou. Surgiram novos adicionantes na vida do morador de rua, antes, morador de bairros da cidade, de maneira geral. Um dado que impressionava. para quem visitava alguns bairros da cidade, há pouco tempo atrás, era o abandono de crianças a sua própria sorte, por todo o dia, sem educação alguma, sem controle algum, por parte dos pais, seja por serem alcoolistas, seja por estarem no trabalho, seja por irresponsabilidade pura e simples dos pais.

Outro dado importante foi coletado por  programas sociais da prefeitura, especialmente pelas assistentes sociais,  especialmente por Agentes Comunitários de Saúde, pela sua potencialidade de identificar situações de vulnerabilidade individual, nas visitas domiciliares, acompanhar o crescimento e o desenvolvimento infantil. A monitorização do crescimento foi recomendada desde a década de 70, na Conferência de Alma-Ata, realizada no Cazaquistão, em 1978.

Mas, principalmente, pelo Programa Primeira Infância Melhor, PIM, concebido na Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, em 2003, pelo secretário Osmar Gasparini Terra. Com formação médica, interessado nos avanços das pesquisas e descobertas das neurociências, Terra sensibilizou-se para o fato de que tais avanços demonstravam uma relação direta entre os cuidados e estímulos adequados na primeira infância e o desenvolvimento cerebral e global da criança. Quando eleito prefeito do município de Santa Rosa (gestão 1993-1996), Terra quadruplicou o número de creches então existentes, e capacitou profissionais para cuidar das crianças de zero a três anos de idade. Sempre interessado no desenvolvimento dos primeiros anos de vida da criança, Terra criou uma Organização Não-Governamental voltada para a discussão das políticas públicas que focalizam este período da vida, o Instituto Zero a Três. Visitou programas de outros países como o cubano “Educa a Tu Hijo” e verificou os seus significativos benefícios para o desenvolvimento das crianças cubanas, Programa que se tornaria o modelo inspirador das linhas básicas do PIM. (http://www.docstoc.com/docs/11316417/Publicação—Primeira-Infância-Melhor—uma-inovação-em-política-pública—Unesco ).

Os resultados desses trabalhos deveriam ser debatidos e implementadas novas práticas sociais. Como já é de conhecimento geral, a vitimização de certas famílias, que estão abaixo da linha da pobreza, desarma qualquer um e recomenda certo grau de impotência, pelo naturalismo que inspira. A impotência vem do modo como fazemos as perguntas e abordamos o problema. Quantificados, cadastrados, pode-se fazer o mapa da fome e começar a agir. O resto é politicagem, populismo, perda de tempo. Por exemplo, sabe-se que as visitas domiciliares dos agentes ajudam o desenvolvimento do cérebro das crianças, especialmente pela ausência dos pais, que ignoram a importância dos estímulos educacionais para seus filhos. A figura do “Jeca Tatu”, caricata, ainda é um fantasma que assombra certas consciências, mas já insuficiente para instrumentalizar corretamente uma ação social adequada.

Jeca Tatu é um personagem criado por Monteiro Lobato em sua obra Urupês, que contém 14 histórias baseadas no trabalhador rural paulista. Simboliza a situação do caboclo brasileiro, abandonado pelos poderes públicos às doenças seu atraso e à indigência. Jeca Tatu, um caipira de barba rala e calcanhares rachados – porque não gostava de usar sapatos, era pobre, ignorante e avesso aos hábitos de higiene urbanos. A história do Jeca Tatu relacionava-se com a de Lobato. Segundo seus biógrafos, em 1911, ele herda do avô a fazenda Buquira, no Vale do Paraíba (SP), tornando-se fazendeiro. Desentende-se com empregados e cria uma figura desqualificada do caipira, tomando o caipira caboclo como protótipo do caipira, considera-o preguiçoso demais para promover melhorias no seu modus vivendi. Não por acaso, em 1924, foi criado o personagem radiofônico Jeca Tatuzinho, que ensinava noções de higiene e saneamento às crianças”. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Jeca_Tatu).

Atualmente, até as classes mais favorecidas necessitam de hábitos de higiene que são considerados como “frescuras”. Fundamentados em novos conhecimentos sobre o desenvolvimento do cérebro, novas abordagens devem ser consideradas, com relação as crianças. 

Há uma fórmula que identifica o morador de rua: ele é um pedinte. Há algo de religião cristã, nessa fórmula, até mesmo budista, quando os gurus saem a pedir comida. Observando-se com mais acuidade, o morador de rua, acostumado a pedir desde criança, como forma de escapar da miséria familiar, em todos os sentidos, compelido ou não por quem deveria ser o cuidador, começa a pedir dinheiro, valorizando algo que, no seu simples entendimento, não tem um significativo valor para quem trabalhou para ter: moedas, moedinhas, como se fosse pouca coisa, o que é uma verdade parcial. Como se diz, “só louco rasga dinheiro”. Acontece que, também por um motivo religioso, de fazer caridade, alguém dá esmola, que, no final, resulta num salário diário maior do que muito trabalhador ganha, trabalhando. Trata-se,também de um bom negócio. Não é por acaso que alguns moradores de rua chegam a certo ponto de organização, estudando o perfil ou a personalidade do potencial doador de esmolas. Se o doador não se sensibiliza pela voz melosa, boazinha, gentil, do morador de rua, segue-se o segundo passo: o achaque. Já vi um morador de rua, suposto flanelinha, condutor de automóveis, praticar achaque, por cinqüenta metros, exigindo uma moeda de R$ 1,00 (um) Real. Aliás, veja-se como certas práticas são universais, no universo criminoso atual:

Motoristas de BH são reféns de flanelinhas
O motorista que precisa estacionar seu carro numa das ruas centrais ou em bairros mais movimentados da cidade corre sérios riscos. Pode ser fisicamente agredido ou ter os vidros e a pintura do veículo danificados, a menos que se submeta ao pagamento de uma extorsão que varia de R$ 1 a R$ 15, conforme a hora, o lugar ou o atrevimento do achacador. Só as 2.826 pessoas cadastradas pela prefeitura já representam 5,6 guardadores e lavadores de carro para cada quadra de estacionamento rotativo. Mas há pelo menos o dobro de flanelinhas clandestinos, que disputam os pontos mais lucrativos, enquanto o motorista, que paga uma das cargas de impostos mais altas do mundo, permanece indefeso. (Capa do Jornal Estado de Minas 28 de janeiro de 2008 ). (
http://www.dicionarioinformal.com.br/buscar.php?palavra=achaque ).

Na verdade, caberia, do ponto de vista da economia política, no caso, avaliação do conceito de lumpem-proletariado. Florestan Fernandes sugeria uma visão positiva:

“ Fazendo o que me via forçado a fazer também era compelido a uma constante busca para vencer uma condição em que o lumpen-proletário (e não operário) definia os limites ou as fronteiras do que não era gente. (…) O mínimo que se pensava, sobre aquele tipo de gente, é que éramos ladrões ou imprestáveis!… O lumpen-proletário era, pois, a principal vítima de sua condição serviçal e de sua vassalagem à ordem estabelecida. (…) Seguindo a ótica atual, alguém poderia escrever: o lumpenproletariado chega à Universidade de São Paulo. Todavia, não era o lumpenproletariado que chegava lá; era eu, o filho de uma ex-lavadeira, que não diria para a cidade de São Paulo agora nós, como um célebre personagem de Balzac”. FERNANDES, Florestan. Ciências Sociais: na ótica do intelectual militante. Estud. av.,  São Paulo,  v. 8,  n. 22, Dec.  1994 .   Available from http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40141994000300011&lng=en&nrm=iso . access on  22  June  2010.  doi: 10.1590/S0103-40141994000300011.

Para uma visão negativa, Marx:

«A proleta miserável, o lumpenproletariado, essa podridão passiva dos estratos inferiores da sociedade, é aqui e além arrastada para a acção por uma revolução proletária, e pela sua situação estará mais disposta a deixar-se enredar em manobras reaccionárias».

http://asvinhasdaira.wordpress.com/2008/02/14/manifesto-do-partido-comunista-15-o-lumpenproletariado-e-a-sua-captacao-pelas-forcas-reaccionarias-o-corpo-de-activistas-da-extrema-direita/ .

Em seu livro O 18 de Brumario de Luis Bonaparte, Marx caracteriza assim ao lumpemproletariado:

Baixo o pretexto de criar uma sociedade de beneficencia, organizou-se ao lumpemproletariado de Paris em secções secretas, a cada uma delas dirigida por agentes bonapartistas e um general bonapartista à cabeça de todas. Junto a roués arruinados, com equívocos médios de vida e de equívoca procedência, junto a ramos degenerados e aventureros da burguesía, vagabundos, licenciados de tropa, licenciados de presídio, fugidos de galeras, timadores, saltimbanquis, lazzaroni, carteristas e rateros, jogadores, alcahuetes, donos de burdeles, mozos de sensata, escritorzuelos, organilleros, traperos, afiladores, caldereros, mendigos, em uma palavra, toda é massa informe, difusa e errante que os franceses chamam a bohème: com estes elementos, tão afines a ele, formou Bonaparte a solera da Sociedade do 10 de Dezembro”.

O 18 de Brumario de Luis Bonaparte, Capítulo V .

(…)O termo deriva do original em alemão, "lumpenproletariat", proposto por Karl Marx e Friedrich Engels em seu trabalho "A ideologia alemã" (1845). Marx sustentava que nos acontecimentos históricos que tinham conduzido ao golpe de Luis Bonaparte em 1851, o proletariado e a burguesía tinham actuado de maneira productiva e progressista, enquanto o "lumpenproletariat" tinha-se mostrado improductivo e regresivo. Segundo Marx, o "lumpenproletariat" não tinha nenhum motivo para participar na revolução, e inclusive pôde ter de facto interesse em preservar a estrutura de classes, porque os membros do "lumpenproletariat" dependiam com freqüência da burguesía e da aristocracia para sua sobrevivência. http://pt.wikilingue.com/es/Lumpemproletariado . http://es.wikipedia.org/wiki/Lumpemproletariado .

Na atualidade, alguns defendem a “necessidade da eliminação do lumpenproletariado reacionário”: http://www.opiniaopopular.com/2006/11/da-necessidade-da-eliminao-do.html . http://www.vanguardapopular.com.br/portal/comentario-popular/132-da-necessidade-da-eliminacao-do-lumpenproletariado-reacionario .

Eis alguns motivos que confirmam a total falta de autocrítica de alguns pensadores, no Brasil. Vá lá que Marx tivesse má vontade com os inclassificáveis ou desclassificados; agora, depois de décadas, pensar que a solução para um mendigo é a eliminação, faz o favor, explode qualquer ética possível nesse campo de pensamento.

É preciso, no caso, considerando tudo o que já se fez, no mundo, para os moradores de rua, trabalhos qualificados de recuperação de indigentes, crianças, mulheres, e outros, fundamentados na arte, no esporte, nos albergues, nos programas de distribuição de renda, ver de outra forma, esses grupos sociais, segmentos ou classes sociais, não mais como produtores negativos, produtores estéreis, não-produtores, enquanto indivíduos; ver como sujeitos sociais consumidores, pois é através do consumo que essas pessoas se inserem na sociedade geral. Comprar uma goma de mascar, um chiclete, faz do mendigo um ser participante, incluído socialmente, reconhecendo-se como “gente”, “pessoa”. Não é por acaso que, nas favelas, no meio da pobreza e da miséria, também encontram-se as últimas inovações tecnológicas. O filme, “Twelve Monkeys” (Os Doze Macacos no Brasil, Doze Macacos em Portugal), explicaria toda a necessária reflexão sobre a construção de uma sociedade baseada no consumo. Filme de ficção científica de 1995 escrito por David e Janet Peoples e dirigido por Terry Gilliam. O filme tratava com viagens no tempo e memória, e foi inspirado pelo curta-metragem francês La Jetée (1962). Os atores principais do filme foram Bruce Willis, Madeleine Stowe e Brad Pitt. http://pt.wikipedia.org/wiki/Twelve_Monkeys .  As tendências anti-consumistas, presentes no filme, precisam ser mais debatidas: http://en.wikipedia.org/wiki/Anti-consumerist . Alguns poderiam ver, nos mendigos, como, de fato, viu também Marx, como figuras exteriores ao sistema ou estrutura, ou até mesmo, como outros vêem, como “brecha”, ou “passagem”, “transição”, para um outro modo de vida. No entanto, considerando dados atuais, os mendigos, vivendo no limite, na borda, na fronteira, no limiar, experenciam situações, fundamentadas no consumo, e não necessariamente na produção, que fazem pensar nos símbolos que são criados e que orientam a sociedade atual e futura. Visões negativas e positivas da sociedade de consumo precisam ser vistas a partir dos moradores de ruas. Assim, a grandeza e a miséria humana poderão ter as tintas modernas e futuras. Organizar, dar ordem ao caos, é fundamento do investigador.

EXISTEM SITUAÇÕES DE RISCO NO ARROIO BAGÉ?

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 21 de abril de 2010

Arroio Bagé IV

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 21 de abril de 2010

 

Existem famílias morando em áreas de risco, em Bagé? Considerando os relatos dos jornais, rádios, televisão, em que moradores da zona ribeirinha denunciaram perdas patrimoniais consideráveis, é quase impossível dizer que não existe tal problema em Bagé. O problema dos arroios de Bagé parecem estar associados ao lixo urbano. Ou seja, é preciso rediscutir o lixo da cidade, de um ponto de vista mais complexo, múltiplo, interligado.

Limpeza de arroios começa nos próximos dias

Eles perderam quase tudo.

Por isso não passam um dia sem verificar a previsão do tempo para a região.

Bosco

LIXO: assusta moradores

O medo é que a chuva volte a castigar a cidade e, sobretudo, a transbordar os arroios Bagé e Gontan.

A cada nova precipitação, a certeza de que o problema se torna cada vez maior.

Algo visível, já que o lixo permanece acumulado nas encostas, obstruindo o fluxo da água.

Contudo, a demora para dar início ao processo preocupa os moradores que exigem segurança.
O marceneiro Jesus Eni Geissler, 67 anos, lembra da última cheia, em novembro de 2009.

Na época, residência e oficina, localizadas na rua Narciso Suñe, foram invadidas pelo arroio Bagé.

“As máquinas estragaram e perdi todo o meu material”, lembra.

Pela experiência, teme que a situação volte a se repetir.

“Prometeram limpar, mas está cada vez mais entupido de sujeira”, argumenta.

“Não quero nada, só quero segurança para viver bem”, enfatizou.
Já o torneiro mecânico Paulo Moreira, 35 anos, conta que já testemunhou o despejo de lixo próximo ao local.

“Parei de chamar a atenção, pois estava comprando uma briga que não deveria ser minha”, pondera.

A falta de conscientização aliada às más condições das encostas preocupa o morador:

“quanto mais o tempo passa e tudo fica do mesmo jeito, chove e o nível do arroio sobe ainda mais”.

Bosco

GEISSLER: “está cada vez mais entupido”

fonte: Niela Bittencourt. http://www.jornalminuano.com.br/noticia.php?id=49730

 

 

fonte: http://www.bage.rs.gov.br/agenda21/wp-content/uploads/2009/11/ponte-do-lado-do-militao-9-custom.jpg .

arroio Bagé III

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 12 de abril de 2010

As pessoas não escolhem onde morar? mas todas as pessoas não escolhem onde morar? algumas pessoas escolhem onde morar? algumas pessoas não escolhem onde morar? é possível contar as pessoas que estão em áreas de risco? nem todos os pobres estão nas áreas de risco. é possível organizar uma retirada dessas pessoas que estão nas áreas  de risco. é possível proibir a localização de moradias em áreas de risco. as pessoas moram em áreas de risco porque algum benefício conseguem. uns, porque estão perto dos familiares; outros porque estão perto do centro da cidade, ou de seu trabalho. não adianta transformar os arroios de Bagé em canais de esgoto: os próprios canais serão ocupados e devastados, sem falar da falta de limpeza e da poluição; além do arroio procurar vazão para suas águas, de qualquer maneira, pela força das correntezas. a omissão da prefeitura é gritante. o plano diretor reafirma a necessidade das áreas verdes para a estética da cidade. mas sem a intervenção pública, tudo vai de mal a pior.

O Significado da vida

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 18 de maio de 2008
    • Ainda não aprendi o significado da vida. Não sei bem que palava é essa: vida. E muito meno o que significa o significado. Na verdade, falo da importância da vida. Será que existe alguma importância em alguma coisa? Bem, voltemos. A vida, é algo que serve para a gente respirar. Inspira, Expira. Continuamente. Também serve para caminhar, sempre para frente, como marcha. Mas, têm os lados, os cantos, os melhores, as laterais, as tangentes, as costas, em cima, em baixo, por todos os lados, lateralidade. Mas, quem me vê? Um, dois, três. Continuemos a contar. Os números e seu fascínio.

Cagliostro

Posted in Uncategorized by claudioantunesboucinha on 30 de maio de 2005

Para aqueles que procuram, as aparências enganam. No caso de Cagliostro, é preciso ver além das aparências.